Gosto do humor de Rafinha Bastos. É crítico, ácido, muitas vezes ofensivo. Segue a linha do stand up americano, que conheceu quando morou por lá. Daí chamar Daniela Albuquerque de "cadela", o famoso "bitch" tão utilizado pelos gringos. No entanto... às vezes ele perde a linha, e foi assim em relação à Wanessa. Um pedido público de desculpas e a retratação no programa seriam suficientes, mas a emissora e a sociedade preferiram execrá-lo. Lamentável também foi a crítica de seu colega de bancada, Marco Luque, amigo de Ronaldo, que é sócio do marido da cantora. Espero que Rafinha tenha uma segunda chance. Ele é talentoso e merece.
E será mesmo que alguém se sentiu ofendido ao ver Gisele Bündchen de lingerie?!? Aposto que muitas mulheres riram da piada e devem, até mesmo, já ter usado este artifício de "distração" ao anunciar uma má notícia a um homem. Se alguém tivesse que se sentir ofendido, certamente seríamos nós, homens, por sermos considerados tão tolos ao ponto de ignorar qualquer catástrofe por um belo "rabo de saia". Mas quer saber de uma coisa? Nós somos assim mesmo! E como gostamos de ser enganados, rs.
E a chateação continua, dessa vez sob trilhos. Agora é o quadro "Metrô Zorra Brasil" que está na mira da ministra, após queixa dos metroviários. As bolinadas à estranha Janete - como se isso não acontecesse na vida real - e o incentivo de Valéria não estão sendo vistos com bons olhos. E você achava que ninguém assistia ao programa, né? Em uma época hipócrita e politicamente correta, o que seriam do negro Mussum bebendo cachaça aos domingos em horário nobre??? Ou do homossexual "seu" Peru insinuando que quase todos os grandes nomes da história também faziam parte do "reduto"???
Imagino quantas pessoas não se tornaram alcoólatras, gays ou maníacos sexuais devido à forte influência negativa dos personagens de antigamente! Tempos difíceis eram aqueles em que, indefesos, não contávamos com políticos, mas somente com o bom senso e a vigilância de nossos pais para nos defender.






