sábado, 27 de outubro de 2012

"Too close" (Alex Clare)

Essa é a música que toca no comercial do Internet Explorer 9 (IE9) e eu gostei bastante desde a primeira vez que a ouvi. Certamente, você conhece ao menos parte dela. Quanto ao cantor, Alex Clare, nunca tinha ouvido falar, mas vi alguns videos no Youtube e curti bastante; quem estiver interessado é só procurar. 

Espero que gostem e até breve!




quarta-feira, 19 de setembro de 2012

O nascimento do Jedi


Quando o filme "O retorno de Jedi" foi lançado em 1983, eu era apenas uma criança e não fazia ideia do que se tratava todo aquele alarde a respeito da saga Star Wars. Até que fui com meus pais ao shopping Rio Sul e lá acontecia uma ação promocional do filme. Foi quando me deparei com (pessoas caracterizadas como) um imenso Chewbacca (aquele peludão que fica grunhindo), um Stormtrooper (soldado branco da Guarda Imperial) e um imponente e impressionante Lord Darth Vader

Para um menino de sete anos, a visão daquela imensa figura de preto foi arrebatadora e me fez querer assistir ao filme de qualquer jeito. Infelizmente, a censura da época não permitia, mas não perdia nenhuma exibição da trilogia nas sessões de sábado da Globo. 

E assim nasceu e foi crescendo minha paixão pela saga criada por George Lucas. Não é idolatria ou fanatismo, não sou do tipo que conhece cada planeta, idioma ou criatura secundária; mas admiro toda a criatividade e genialidade envolvidas na construção de mundos, veículos, armas, figurinos e personagens. Poucos foram tão longe. 

Em tempo: a segunda trilogia - que, na verdade, é o início de tudo - não foi tão boa quanto a original, mas nos deu a chance de ver Mestre Yoda em combate, e só isso já vale o ingresso. Já ouvi boatos de uma terceira trilogia. George Lucas nega. Será?!? Acho melhor não mexer muito no que já deu mais que certo. 


terça-feira, 18 de setembro de 2012

Meus momentos Glamurama (ou TV Fama)

Como conheci Pitty

Cursava a faculdade de jornalismo. Um amigo conseguiu marcar uma entrevista para a rádio da universidade, na qual eram colaboradores. Como ele era muito fã, ficou com medo de travar e me pediu para cumprir a tarefa. Na época, "Equalize" estava bombando nas rádios e ela estava prestes a lançar seu primeiro DVD: "Admirável Video Novo". Fomos de táxi (pago pela faculdade) até a gravadora Trama, na Barra da Tijuca. Enquanto conversávamos, a motorista se interessou pelo assunto porque também era fã da Pitty e pediu para também assistir à entrevista. Pitty foi muito simpática conosco e tudo correu tranquilamente, embora sem muito improviso, já que eu não estava acostumado com aquela situação. No final, rolou o momento tietagem, com fotos para todos. Gente boa mesmo essa Pitty. Espero que ainda seja assim.


O Russo, aquele do Chacrinha

Estava no ponto do ônibus, em Del Castilho, totalmente distraído. De repente, um ônibus parou na minha frente para alguém descer e, quando olhei para o veículo, um passageiro acenou para mim. Olhei novamente e percebi que era o Russo, antigo assistente de palco do Chacrinha, Xuxa, Luciano Huck e tantos outros. Ele deve ter pensado que o reconheci na primeiro vez que olhei para o coletivo, mas juro que nem tinha notado. Sabe quando você olha e não vê?!? Pois é, foi isso. Depois dessa ocasião, já o encontrei perto de casa e outra vez num ponto de ônibus. Soube depois que ele mora até hoje em Inhaúma (subúrbio carioca) e vai (ou ia) de ônibus para o Projac. É chão, hein!


Eu acho que vi Toni Tornado

Desse encontro não tenho total certeza, mas certa vez, voltava para casa quando o "suposto" Toni Tornado saiu de um carro e entrou numa padaria aqui perto. E sumiu lá dentro. Foi tão rápido que até hoje não tenho certeza e minha esposa ainda ri de mim quando lembro isso, mas eu juro que vi. O que ele foi fazer lá? Não sei, talvez seja dono ou sócio. Nunca tive coragem de perguntar. Tem gente que vê pessoas mortas, eu vi o Toni Tornado. Ou acho que vi.


sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Dos "tics" e manias de cada um

Todo mundo tem um pouco de esquisitice. Algumas são tão extremas que chegam a causar problemas de sociabilidade. Mas há as que não passam de meras manias e que se dissolvem com o passar do tempo. Aqui vão algumas das minhas antigas e atuais manias. Ou "tics"? Ou seriam "tocs"?

Contar os passos até dez. É uma mania bem mais comum do que se pensa. Tem muita gente que faz! No meu caso, contava de dez em dez, sempre começando com o pé esquerdo e, por consequência, terminando com o direito. Às vezes, eram necessários dois passos seguidos com o mesmo pé pra acertar uma contagem perdida.

Se encostou de um lado, do outro também. Essa é bem simples: caso tenha encostado ou esbarrado com  o cotovelo em algo - especialmente se for gelado -, me sentia na obrigação de encostar o outro cotovelo também, só pra igualar. Vez ou outra isso ainda acontece.

Comer em prato molhado. A maioria das pessoas prefere um prato seco, eu já uso molhado. Essa tem uma explicação lógica: já comi em pratos fedidos porque haviam sido enxugados com panos de prato também fedidos. Desde então, adquiri esse hábito de passar uma água antes, por via das dúvidas. Todo mundo já sabe, ninguém me questiona.

A parede gelada do box. Independentemente da estação do ano, não tomo um banho em que não encoste as costas na parede gelada do box. Esteja quarenta ou dez graus, o hábito se repete. Até eu acho coisa de louco.


De perto, ninguém é mesmo normal; por que, afinal, eu seria?


terça-feira, 28 de agosto de 2012

Trote na madrugada

Hoje fui acordado com o telefone celular berrando no meu ouvido. Ele estava carregando perto da cama, por isso a proximidade. Ao atender, uma voz feminina sussurrava xingamentos, dos quais só lembro de "corno" e "puto". Não satisfeita, ligou de novo e, por último, mandou uma mensagem ofendendo até meus pais. Conferi a hora: 5:21 da manhã!!! As ofensas nem me incomodaram, mas o horário... E, ainda por cima, foi trabalho de amador, já que sequer fez a ligação de um número restrito. Não sei o porquê da insistência, mas houve outra ligação por volta das 9h - que não tive tempo de atender - e outra mensagem. Ao menos foi no horário comercial. 

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

A rede social


Então quer dizer que o Facebook surgiu da dor-de-cotovelo de um nerd que resolveu encher a cara e se vingar da namorada depois de tomar um fora?!? Se não foi bem assim, ao menos é o que nos leva a crer o filme "A Rede Social", que assisti hoje à tarde. O site nasce como fruto da mente de um jovem carente com uma extrema necessidade de aceitação.

Tenho lido a biografia de Steve Jobs (Apple e Pixar) e, somado ao que assisti, me pegunto: será que todo gênio precisa passar por cima das pessoas para realizar seus objetivos??? Parece que a busca por autoafirmação é tão grande a ponto de tornar-se uma obsessão da qual os mais próximos são os primeiros a serem vitimados. Ou você serve ao plano ou é descartado. 

E são estes gênios que conquistam zilhões em dólares, mas são incapazes de agregar meia dúzia de amigos verdadeiros ao seu redor, mesmo dentro do seu próprio lar. É um preço alto demais a se pagar.

Em tempo: continuo achando o Facebook uma grande bobagem, mesmo fazendo parte dele.



quinta-feira, 16 de agosto de 2012

A farsa do Ideb


Vários jornais do Rio de Janeiro noticiaram nesta quarta-feira a mudança de posição do estado na avaliação do Ideb, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica. Passamos do 26º lugar (o penúltimo do país) para a 15ª posição. Mas, tal ascensão, não representa uma real melhora no nível do ensino. Como professor da rede pública de ensino, devo esclarecer alguns pontos. 

Desde o ano passado, o Governo do Estado (já com ambições presidenciais?!?) tem investido em planos e projetos para reverter esse quadro vergonhoso, sendo todos eles focados no aperfeiçoamento do professor. Afinal, os alunos sem perspectivas e desinteressados nada tem a ver com isso. A culpa, obviamente, recai sempre do professor.

De todo o planejamento e conversa fiada governamental, o que mais interessou aos docentes foi a possibilidade de uma remuneração de até três salários para os professores das escolas que alcançassem a pontuação almejada. As unidades seriam avaliadas, entre outras coisas, pelos índices de evasão e aprovação escolar. Disso, resultaram duas ações já esperadas: (1) o aumento do número de alunos-fantasmas, ou seja, aqueles que só aparecem na lista de chamada, mas nunca frequentam as aulas ou o fazem só uma vez por mês; e (2) a aprovação quase maciça, através de trabalhos e diversos meios que ajudem na pontuação do aluno. 

Sejamos sinceros: qual professor mal-remunerado abriria mão da oportunidade de receber um pomposo benefício para reter alunos para quem a reprovação não tem qualquer valor?!? Com esse resultado, cria-se um sistema onde todos ficam felizes: os alunos obtém a aprovação, os professores recebem o benefício e o Governo melhora suas estatísticas. O que interessa são os números, seja no boletim ou na conta bancária. Não ficarei surpreso se, no próximo ano, o Rio de Janeiro estiver entre as primeiras posições. 

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Lições de Irene Silva

No episódio de ontem de A Grande Família, a personagem Nenê (Marieta Severo) perdeu a chance de ganhar cem mil reais em um programa de TV porque preferiu arriscar tudo para ganhar um milhão. A justificativa da própria foi: "Quando eu vou ter a chance de ganhar um milhão de reais???". Pois bem, ela arriscou tudo e perdeu o dinheiro, mas ao menos tentou. 

Achei um ensinamento bem óbvio, mas que quase nunca levamos a sério. Então hoje, inesperadamente, eu resolvi praticá-lo. Ainda não sei se foi mesmo a melhor escolha, mas ao menos eu arrisquei. Talvez até demais. Certamente, ainda vou me culpar por ter tomado uma atitude levado pelo instinto, sem medir as consequências, mas resolvi uma questão que há muito me incomodava. Não teve o desfecho esperado, mas já posso virar essa página. 

E a vida segue.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Heróis em cena

Aproveitei o último final de semana das férias para me atualizar sobre alguns filmes de super-heróis. Na sexta-feira fui à estreia de O Cavaleiro das Trevas Ressurge e no domingo foi a maratona Lanterna Verde, Thor e Capitão América (que não vi por completo porque a briga dos vizinhos aqui no prédio estava mais interessante).

Definitivamente, a DC ainda tem muito o que aprender com a Marvel. A série X-Men já deu uma amostra disso e, dizem, Os Vingadores é o melhor filme de heróis já produzido. Como não o vi, prefiro me abster dos comentários

Thor cumpre seu papel ao apresentar um dos personagens não tão populares da franquia Vingadores sem confundir o espectador com nomes da mitologia nórdica. A história é simples, leve e passa rápido. Típico Tela Quente de férias. Nada demais, mas não faz feio.

Li muitas críticas negativas - quase todas, na verdade - sobre o Lanterna Verde e, por conta disso, nem criei expectativas. Talvez, por essa razão, não o achei tão ruim. Fraco, mas não chega a ser ofensivo ao fã mais radical. Assim como Thor, cumpre a sua função e também passa rápido. Acredito que uma continuação - se houver - deva mostrar todo o potencial do personagem.


Deixei o melhor para o final: O Cavaleiro das Trevas Ressurge. Sou altamente suspeito para falar, pois sou um fã incondicional do Batman, mas este é um filme até para quem não gosto deste gênero de produção. O roteiro é complexo, muito bem amarrado, cheio de referências aos dois filmes anteriores e conclui de maneira magistral a trilogia do Morcegão. Bruce/Batman retoma seu papel de protagonista e nos leva por uma viagem que vai da angústia ao ressurgimento. Bane não é um vilão tão carismático quanto o Coringa, mas é muito mais do que se pensa. Certamente, um dos mais desafiadores para o Cavaleiro das Trevas. E a Mulher-Gato de Anne Hathaway em nada fica devendo à Michelle Pfeiffer. Ouso dizer que a supera. Foi um final ideal. Palmas (que realmente aconteceram ao término do filme) para Christopher Nolan! Só é pena que acabou. 

Em tempo: Capitão América é um bom filme, mas muito lento e cheio de mensagens panfletárias. As duas sessões anteriores já foram o bastante por um domingo.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Tecnologia na Educação de Jovens e Adultos


É notório o reconhecimento das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC´s) como algo de suma importância na evolução do processo educacional. Seja através de jogos ou como simples ferramenta de pesquisa, não podemos nos manter alheios a algo que já está inserido no nosso cotidiano, gerando uma nova leitura de mundo.
No entanto, conforme apontam os estudos sobre o assunto, dois fatores apresentam-se com empecilho nesse processo: (a) a falta de familiaridade dos professores com as TIC´s e (b) o desinteresse dos alunos em usá-las com o intuito educacional.
Atualmente, quando se fala na utilização de tecnologia na sala de aula, à maioria dos professores vem a ideia de uma aula expositiva em data show ou uma pesquisa no Google. Entretanto, o papel do educador é muito maior, pois devemos ser mediadores nesse processo e auxiliar nossos educandos na descoberta das TIC´s como instrumentos educacionais, uma vez que eles já possuem familiaridade com as mesmas na troca de mensagens e acesso frequente às redes sociais.
Conclui-se, então, que o uso das TIC´s no processo ensino-aprendizagem é algo contínuo e inevitável, no qual, professor e aluno permanecem como elementos primordiais e a tecnologia é mais um valioso instrumento que vem otimizar essa relação. 

(Texto baseado em estudos sobre o ensino à distância praticado nos CEJA´s - Centro de Estudos de Jovens e Adultos -, modalidade da qual participo como professor)